A neurogênese é o processo de formação de novos neurônios no cérebro, e ela ocorre em algumas regiões, incluindo o hipocampo, que é uma região envolvida na memória e no aprendizado. Estudos têm sugerido que a neurogênese no hipocampo pode estar relacionada à depressão, já que a diminuição da produção de novos neurônios pode estar associada a essa doença.
Em relação à alimentação, há evidências de que uma dieta rica em ácidos graxos ômega-3 e em nutrientes como o ácido fólico e a vitamina B12 pode estimular a neurogênese no hipocampo, o que pode ser benéfico para a prevenção e tratamento da depressão. Por outro lado, uma dieta pobre em nutrientes e rica em gorduras saturadas pode ter efeitos negativos sobre a neurogênese e estar associada a um maior risco de depressão.
Além disso, estudos têm mostrado que o consumo excessivo de álcool e drogas pode prejudicar a neurogênese no hipocampo e estar relacionado ao desenvolvimento de transtornos mentais, incluindo a depressão. Por isso, uma alimentação saudável e equilibrada pode ser importante não só para a saúde física, mas também para a saúde mental.
O exercício físico tem sido associado a diversos benefícios para a saúde física e mental, incluindo a melhoria da neurogênese. Estudos têm demonstrado que o exercício pode estimular a produção de novos neurônios no hipocampo.
Uma das maneiras pelas quais o exercício pode influenciar a neurogênese é por meio da liberação de fatores neurotróficos, substâncias que estimulam o crescimento e a sobrevivência de neurônios. O exercício também pode aumentar o fluxo sanguíneo e o fornecimento de oxigênio e nutrientes para o cérebro, o que pode estimular a produção de novos neurônios.
Além disso, o exercício pode ter efeitos positivos sobre a saúde mental, incluindo a redução do estresse e da ansiedade, o que pode ter um impacto positivo sobre a neurogênese. Estudos também têm sugerido que o exercício pode ser eficaz na prevenção e no tratamento de transtornos mentais, como a depressão e a ansiedade, que podem estar relacionados a uma diminuição na neurogênese.
No entanto, é importante ressaltar que a intensidade, a duração e a frequência do exercício podem influenciar a sua capacidade de estimular a neurogênese. Portanto, é recomendável consultar um profissional de saúde antes de iniciar um programa de exercícios e seguir as recomendações adequadas para obter os benefícios desejados.
A política é um tema recorrente na sociedade, seja em conversas informais, nas mídias sociais, ou em debates políticos. Embora seja uma ferramenta essencial para o funcionamento da sociedade, a política muitas vezes se mostra incongruente, ou seja, apresenta contradições em seus próprios princípios e ações. Um exemplo disso é que muitas vezes a política tenta corrigir os erros que ela mesma produz.
Um dos principais problemas da política é a falta de coerência entre o que é dito e o que é feito. Muitas vezes, os políticos fazem promessas que não são cumpridas, ou adotam medidas que vão contra o que eles defendiam anteriormente. Isso gera desconfiança e descrédito na política, afetando diretamente a sua eficácia e legitimidade.
Outro problema recorrente é a utilização da política para interesses pessoais ou de grupos específicos. Quando a política é utilizada para favorecer um pequeno grupo em detrimento do bem comum, a incongruência é evidente. A política deveria servir para o benefício da sociedade como um todo, e não para favorecer interesses particulares.
Por fim, a política muitas vezes se mostra ineficiente na resolução dos problemas sociais, deixando de lado questões importantes e priorizando outras que não são tão urgentes. Isso gera a sensação de que a política não está de fato resolvendo os problemas, mas apenas tentando maquiá-los, o que acaba por reforçar a ideia de que ela só serve para corrigir os próprios erros que produz.
Em suma, a política é um instrumento fundamental para a sociedade, mas quando se torna incongruente, sua eficácia é questionável. É importante que os políticos estejam comprometidos com a coerência e a transparência, e que a política seja utilizada para o benefício da sociedade como um todo. Caso contrário, continuaremos a ver a política sendo usada apenas para tentar corrigir os erros que ela mesma produz, em um ciclo vicioso que prejudica a todos.
Isso é o nosso pensamento: um emaranhado de circuitos elétricos. Somos deuses, ou somos robôs? Robôs orgânicos, autônomos, programáveis e autoconscientes? Será que somos importantes, será que alguma coisa tem importância?
“A Comuna de Paris foi um evento de magnitude histórico-universal, ele não é uma coisa qualquer, ele marca a história da humanidade e, fundamentalmente, a história dos dois últimos séculos. E, no entanto, ele durou 72 dias.”
A necessidade da ajuda aos pobres, tão defendida pela
esquerda, não advém do seu sentimento de bondade ou do que convencionou-se
chamar de politicamente correto, como insiste irritadamente a direita que é mais
afeita ao discurso de ódio. A esquerda tem um pé na sociedade e o outro no meio
acadêmico, e se pauta no estudo objetivo e concreto das relações sociais, na
práxis, na realidade histórica, no materialismo histórico e dialético; sem dúvida com um olhar muito
crítico, mas, em princípio, científico, racional. Mas, dizer isso, é a explicação
do óbvio, é a explicitação do raciocínio lógico, que são aspectos relegados
pela direita, que é rigidamente ideológica e moralista por natureza, já que é arraigada
à tradição, ou seja, a valores antiquados, retrógrados, e, assim, sem consonância com os fatos e seus dados. Karl Marx foi um crítico contumaz do capitalismo e defensor do
socialismo e dos trabalhadores, não porque ele tinha uma alma bondosa e amava
os pobres, mas porque ele valorizava a racionalidade acima de qualquer coisa,
até mesmo das divindades; e, para desenvolver a sua teoria, teve que passar boa
parte da sua vida encafurnado em bibliotecas, num trabalho de pesquisa
exaustivo. Como vivemos em uma sociedade, e, portanto, somos interdependentes,
isto é, necessitamos uns dos outros, é natural e importante que os mais
necessitados sejam ajudados para que não se marginalizem e criem ainda mais
problemas para essa sociedade. O custo desses problemas, tanto em termos
sociais quanto econômicos, é maior do que o que se gastaria com esse auxílio. E,
por incrível que pareça, os ricos é que seriam os mais beneficiados com a paz e
a harmonia social, pois viveriam com maior tranquilidade e segurança, e
enriqueceriam ainda mais e continuamente, sem as crises recorrentes do sistema
financeiro, já que o pobre continuaria pobre mas agora com um poder aquisitivo suficiente
para consumir mais e melhor, e assim manter a roda do capitalismo girando. Isso
é um conceito básico da economia, mas que é rejeitado pelos empresários ensandecidos
pelo lucro imediato. Dizem que o homem é um ser social, e, feliz ou
infelizmente, temos que viver em sociedade, pelo menos por enquanto, pois
talvez um dia a tecnologia nos permita viver solitários ou pelo menos apenas
com aqueles com os quais desejemos viver, quando então poderemos habitar a Lua,
Marte, ou outro astro qualquer por aí; e, nesse dia, o socialismo e o
esquerdismo vão morrer no mesmo momento, por falta total de necessidade da
defesa da SOCIABILIDADE. Existem muitos aspectos positivos em viver em
sociedade, mas também existem inúmeros outros que são repugnantes, como ser obrigado
a suportar a neurose e a ignorância dos outros, mas enquanto tivermos que viver
assim seremos obrigados logicamente a lutar pelo equilíbrio da coletividade, e
não pelo seu caos, ou seja, pelo cada um por si e Deus por todos, como apregoam
também os liberais. A esquerda não é "boazinha", ela é analítica,
culta, metódica, sistemática. Enquanto que a direita, sim, é ignorante, burra
mesmo, e tem como outra característica principal o individualismo exacerbado, o
qual muitas vezes despenca para a sociopatia.
“...nisso que ainda é um cancro dentro da nossa maneira de pensar, dentro da nossa sociedade, cultura, etc. Enfim, aí nós vamos ter a noção de ressentimento, claramente exposta, e nós vamos ter também toda a desmontagem da religião cristã e do sentimento de culpa, esse vírus corrosivo que a nossa sociedade procura introduzir cotidianamente, e insidiosamente, no nosso coração...”
Mesmo se todas as religiões deixassem de existir, as pessoas continuariam nascendo e morrendo. Portanto, Nascer não é religião, Morrer não é religião, e Renascer também não. A religião é apenas uma expressão do sentimentalismo humano, uma forma de se pensar com pouco vínculo direto e objetivo com a realidade. Portanto, ainda que as religiões se extinguissem, isso não afetaria de forma alguma a existência da bondade, do amor, da moral, da ética e, principalmente, das leis universais. Ou seja, a religião é apenas uma invenção do homem fundamentada na sua fraqueza, medo e ignorância. A reencarnação é um tema que acabou se transformando em um monopólio da religião e dependente das interpretações pessoais dos médiuns porque não nos foi possível desenvolver ainda uma tecnologia capaz de fazer a comunicação do mundo físico com o extra-físico.
Leon Trotsky, nascido Lev Davidovich Bronstein em 1879, na atual Ucrânia, e assassinado no México em 1940, foi um intelectual marxista e revolucionário, que, junto com Lênin, implantou o socialismo na antiga União Soviética a partir de 1917.